TRANSTORNOS
DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE
Os Transtornos
do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDHA),
tratam-se de uma doença que está sendo investigada pelos
médicos.
Um dos principais motivos para os TDHA está ligado a produção
de um neurotransmissor, a dopamina, substância que participa das
transmissões de informações entre os neurônios.
A dopamina é responsável pelo controle das emoções
e também está ligada à atenção. Crianças
que sofrem destes distúrbios apresentam menor quantidade de dopamina
e, por isso, distraem-se com facilidade.
Um dos tratamentos utilizados é a base de cafeína, que
atua como estimulante, favorecendo a produção de dopamina.
Existem várias causas possíveis para a ocorrência
do TDHA, herança genética, influências do ambiente
escolar, social e familiar, bem como alterações químicas
no cérebro.
Os pais podem ajudar. A família não deve se culpar pelo
problema nem comparar o filho com amigos ou irmãos mais comportados.
Fixar uma rotina de horários também é importante.
As manifestações dos TDHA dividem-se em três grupos
de crianças:
As desatentas, que parecem "viver no mundo da lua".
A criança deixa freqüentemente de prestar atenção
a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares. Não
segue instruções e não termina deveres escolares
e tarefas domésticas. Apresenta dificuldade em organizar tarefas
e atividades. Reluta com freqüência envolver-se em tarefas
que exijam esforço mental. Perde coisas necessárias para
atividades (brinquedos, material escolar, objetos pessoais etc.). Distrai-se
facilmente com estímulos alheios.
As impulsivas, crianças ditas "levadas da breca".
A criança costuma dar respostas antes das perguntas terem sido
completadas. Apresenta dificuldade em aguardar sua vez. Interrompe ou
intromete-se em assuntos alheios.
As hiperativas, bastante agitadas. A criança costuma agitar
mãos e pés ou remexer-se nas cadeiras. Costuma abandonar
seus assentos, principalmente em sala de aula. Apresenta dificuldade
em brincar ou se envolver silenciosamente em situações
de lazer. Fala demais e apresenta agitação contínua.
Para que seja diagnosticado o problema, os sintomas devem aparecer antes
dos sete anos de idade e permanecer por pelo menos seis meses, repetindo-se
em vários ambientes.
Caso perceba algumas destas características em seus filhos procure
a ajuda de um profissional para que seja efetivado o diagnóstico,
podendo assim tratar da doença através de psicoterapia
e/ou medicamentos.
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