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O mito sobre psicologia
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Durante muito tempo e, mesmo hoje em dia, a Psicologia tem sido cercada
de fantasias e preconceitos.
É
uma especialidade, hoje, vista como elitizada, outrora para pessoas
com problemas mentais. Este conceito equivocado vem sendo alimentado,
em parte, pela mídia, bem como, pela falta de conhecimento a cerca do
real valor desta ciência, que estuda a mente e o comportamento humano.
Quando uma pessoa de um nível social elevado vai ao "Terapeuta" (Psicoterapeuta),
é para tratar o "Stress"; caso contrário, preconceituosamente, as pessoas
vão ao psicólogo por que acham que estão ficando "Loucas", o que as
faz sentir-se marginalizadas. A grande verdade, acerca da Psicologia,
não se limita a estes conceitos, ou melhor, preconceitos, pois é uma
ciência idônea, preocupada com o bem-estar e a qualidade de vida do
ser humano, no que concerne a sua vida pessoal, familiar e social. Não
importa a causa, seja "Stress", "Síndrome do Pânico", "Insônia" ou "Auto-conhecimento",
a Psicologia proporciona o auxílio profissional buscando os caminhos
que possibilitem a solução ou a melhor forma de convívio com suas queixas
ou anseios. Apesar do Psicólogo deter teorias e técnicas, o papel fundamental
é da pessoa que o procura, pois trata-se de questões de foro íntimo
e pessoal. Isto demonstra que o processo depende muito mais da disposição
do interessado em expor-se e revelar estas questões, obtendo o auto-conhecimento
para, então, submeter-se às mudanças que o processo trará. Todo processo
de mudança ou adaptação traz, no início, momentos de conflito. O papel
do psicólogo é acolher e incentivar, apontando recursos internos que
a pessoa possui e ainda não descobriu, levando-a a reconhecer, em si
própria, a capacidade e a habilidade de lidar com estes momentos de
forma produtiva. Portanto, é um processo de mútua cooperação, confiança
e respeito. Segue abaixo uma analogia que traduz de forma sublime este
relacionamento paciente-terapeuta.
O
psicólogo é como um jardineiro, que simplesmente cultiva uma planta
(paciente) ou seja, ele não cria a planta, não cria a terra e nem a
semente, nem planeja os passos que devem ser seguidos pela planta para
atingir a maturidade, florir e frutificar. O jardineiro apenas cria
melhores cnodições de solo, abriga a muda quando muito pequena, contra
condições climátícas adiversas. Protege-a na medida do possível contra
os insetos; livra-lhe a área de crescimento, para que não morra por
falta de espaço ou luz. Mas não é ele (jardineiro) que a faz cresce.
O crescimento é da própria planta, e é ela que absorve o alímento do
solo e, principalmente, é ela quem deita suas próprias raízes, que já
estão contidas em sua semente."
Em
suma, procurar um psicólogo não é um sinal de desequilíbrio, fraqueza
ou incompetência para lidar com seus próprios problemas ou dificuldades,
mas sim, sinal de grandeza interior para reconhecer que somos humanos
e sujeitos a limitações e situações que a vida nos impõe, e que necessariamente
não temos a obrigação de saber decidir que rumo devemos tomar. Há, contudo,
uma outra questão que tem afastado muitas pessoas de clínicas e consultórios
psicológicos - o custo financeiro. É compreensível que a situação financeira
de nossos dias não é das melhores, contudo, encontramos, hoje, clínicas
e consultórios de psicologia, que primordialmente buscam auxiliar as
pessoas que os procuram, tornando-se flexíveis e abertos a adequarem-se
conforme às condições apresentadas pelo paciente. " Todo profissional
alcança pela experiência e qualidade de serviço o seu "Status" profissional,
mas ainda somos humanos !!!
"Invista
em você!!! Você só tem a ganhar... Melhorando seu bem estar e a qualidade
de vida".
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